Após um início de ano conturbado, com Max Verstappen reclamando do carro ao longo das etapas, mas principalmente das novas unidades de potência. Apesar do tetracampeão conquistar um pódio no Canadá, a Red Bull ainda está patinando em desempenho.
Mesmo o pódio deste domingo não é ideal para o time austríaco, foi uma circunstância de fatores, como as trapalhadas da McLaren e o desempenho de Charles Leclerc e o abandono de George Russell impactaram que colaboraram para Verstappen avançar ao pódio.
O time tem promovido atualizações no carro, como os pacotes que foram implementados no Japão, Miami e no Canadá, mas ainda estão longe do desempenho ideal, ou melhor dizendo: um carro que deixe Verstappen confortável.
Nas últimas semanas tem se falado muito do diretor técnico Pierre Waché e nas escolhas da Red Bull para o desenvolvimento do RB22. Além disso, ele foi questionado sobre o estado atual da correlação do túnel de vento e os dados de pista. A pergunta está atrelada ao fato de o time austríaco depender de um túnel de vento antigo.
“Sim, estamos indo na direção certa, mas ainda temos a mesma ferramenta e os mesmos problemas. Estamos limitados por… Bem, estamos tentando maximizar o que temos e vamos ver o que acontece com o resto”, disse o diretor ao portal Motorsport.com.
“Mas temos uma nova ferramenta chegando em breve e espero que ela nos leve a dar mais um passo”.
A equipe de Milton Keynes está trabalhando para ter um novo túnel de vento em seu campus. No ano passado, falando para o mesmo portal, o diretor técnico tinha mencionado a construção e o cronograma. No entanto, a “nova ferramenta” em questão, não deve ser utilizada neste ano, para auxiliar o projeto de 2026.
“Esperamos que ele esteja em funcionamento no início do próximo ano”, disse Waché.
Em outras oportunidades, o ex-dirigente da Red Bull, Christian Horner falou que o túnel de vendo usado pela equipe era muito antigo, se referindo ao equipamento como “uma relíquia da Guerra Fria” e disse que trabalhar com instalações de 70 anos perto de Bedford era semelhante a olhar “dois relógios diferentes”; dando a entender que a correlação falhou mais de uma vez com os dados que a equipe coletava em pista.
Embora a ferramenta seja antiga, a Red Bull conseguiu conquistar seis títulos de construtores e oito de pilotos (quatro com Sebastian Vettel e quatro com Max Verstappen).
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