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F1 busca alternativas para o calendário de 2026, e Malásia desponta como candidata

Categoria avalia alternativas para preservar um calendário de 22 etapas caso os GPs do Catar e de Abu Dhabi também sejam afetados pelos conflitos na região; Sepang desponta como principal opção

A Fórmula 1 segue monitorando os impactos dos conflitos no Oriente Médio e já trabalha em alternativas para preservar o calendário de 2026. Entre as possibilidades analisadas pela categoria está o retorno do GP da Malásia, que pode ocupar uma vaga caso novos cancelamentos sejam confirmados.

Ainda no início da temporada 2026, a Fórmula 1 precisou mudar os planos e cancelar os GPs do Bahrein e Arábia Saudita, por conta dos confrontos que se desenvolveram quando os Estados Unidos e Israel atacaram o Irã.

Embora exista uma pressão para que essas provas retornem ao calendário ainda em 2026, a Fórmula 1 segue monitorando a situação. O confronto continua e como foi anunciado pelo O CENTCOM (Comando Central dos EUA) em suas redes sociais, as Forças Armadas dos Estados Unidos completaram a 12ª noite de ataques contra o Irã.

A Fórmula 1 também está lidando com a possibilidade dos cancelamentos dos GPs do Catar e Abu Dhabi, acomodados na parte final do calendário. Porém, com o desejo e necessidade de preservar ao menos um calendário com 22 etapas, a categoria tem articulado para obter possíveis substitutos.

Neste fim de semana, O Conselho Mundial da FIA, deve tomar uma decisão sobre o Mundial de Enduance da FIA, pois eles também precisam definir como ficará o calendário, se optarem pelo cancelamento das corridas no Catar e no Bahrein.

Na Fórmula 1, se ocorrer o cancelamento das provas no Catar e Abu Dhabi, a categoria talvez feche o ano com uma prova em Portimão, em Portugal.

Para que o calendário seja concluído em 22 etapas – caso os cancelamentos aconteçam – existe a possibilidade da categoria utilizar a lacuna entre as corridas do Azerbaijão e Singapura (26 de setembro e 11 de outubro) para encaixar mais uma corrida.

Segundo o portal The Race, embora Turquia não esteja descartada – apesar da proximidade com os confrontos – a prova extra poderia acontecer na Malásia, no Circuito de Sepang. A última vez que a categoria visitou o traçado foi em outubro de 2017, com prova vencida por Max Verstappen.

A F1 tem cogitado essa possibilidade, por conta da proximidade entre Singapura e a Malásia – o que facilitaria a logística para o deslocamento das cargas e a realização da prova. Além disso, o traçado fica próximo ao aeroporto, contribuindo para o processo.

Com a disputa da prova na Malásia, a categoria poderia contornar de uma melhor forma os problemas com as outras etapas, caso novos cancelamentos aconteçam.

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Debora Almeida

Jornalista, escrevo sobre automobilismo desde 2012. Como fotógrafa gosto de fazer fotos de corridas e explorar os detalhes deste mundo, dando uma outra abordagem nas minhas fotografias. Livros são a minha grande paixão, sempre estou com uma leitura em andamento. Devoro séries seja relacionada a velocidade ou ficção cientifica.

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