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Vowles reduz expectativas e traça plano gradual para evolução da Williams em 2026

Chefe da equipe admite início difícil, descarta briga pelo título e foca em progresso consistente com FW48 ao longo da temporada

Após um início conturbado em 2026, o chefe de equipe da Williams James Vowles definiu expectativas mais realistas para equipe de Grove pelo restante do campeonato.

Além dos atrasos que marcaram a pré-temporada, o carro nasceu pesado e se tornou uma questão que precisa ser resolvida ao longo do campeonato. No entanto, para não queimar recursos desnecessários, a Williams decidiu que ao implementar os novos pacotes de atualização do FW48, poderiam fornecer peças mais leves para o equipamento e tentar resolver essa questão aos poucos.

Após os pódios conquistados por Carlos Sainz no ano passado, durante o GP do Azerbaijão e Catar, contribuíram para elevar as expectativas dos fãs. O time de Grove também iniciou a sua preparação para 2026, muito cedo, contribuindo ainda mais para que se acreditasse em um cenário diferente.

Vowles obviamente descartou a possibilidade de brigar pelo campeonato neste ano e colocou as expectativas da Williams dentro de um cenário mais realista.

“Acho que a meta mais realista, que foi como eu formulei no ano passado, era estabelecer um limite claro, algo que não podemos ignorar, e tratar constantemente como o mínimo necessário. Então, o objetivo é pontuar em todas as corridas, subir ao pódio e continuar construindo sobre isso e aproveitando o embalo”, falou Vowles.

“Então, garantir que, em um campo hipercompetitivo, continuemos avançando em relação a eles ano após ano. Em termos de construtores, não há dúvida. É por isso que estou aqui. Quanto ao motivo de não ser este ano, é porque estamos fazendo investimentos que só darão frutos entre 2028 e 2030.”

“São investimentos vultosos, mas não são máquinas que se compram prontas. Não são sistemas que se compram prontos, mas é um cronograma realista para nós. E o que eu quero fazer é alinhar as expectativas do mundo, mas estou confiante de que avançaremos. Serão apenas passos graduais, não um salto. Não há uma única pessoa no paddock com quem conversei que tenha ideia de como será este ano”, finalizou.

Os times estão se preparando para Miami, com a possibilidade de levar novas peças para os carros, após um mês árduo de muita pesquisa e desenvolvimento.

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Debora Almeida

Jornalista, escrevo sobre automobilismo desde 2012. Como fotógrafa gosto de fazer fotos de corridas e explorar os detalhes deste mundo, dando uma outra abordagem nas minhas fotografias. Livros são a minha grande paixão, sempre estou com uma leitura em andamento. Devoro séries seja relacionada a velocidade ou ficção cientifica.

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