ColaboradorFórmula 1

Na vida real… Uma colisão é bem diferente da que ocorre na F1

Para nós, fãs, sabemos que existem muitos torcedores e amantes do automobilismo que passaram a apreciar o esporte por meio das colisões, acidentes e rivalidades que em muitos casos são inevitáveis. Inevitáveis por se tratar de alta velocidade e, claro, pelo interesse de ser o melhor piloto do mundo. Visto que há muito profissionalismo e tecnologia desenvolvida pelas equipes da F1 em torno desse assunto.

Desde já ressalto que não tenho nada contra qualquer estilo de torcedor. O esporte é livre e proporciona que cada um decida a melhor forma de torcer. Não faltando segurança e respeito ao próximo, está tudo… Okay!

Afinal, o que seria da F1 sem a coragem e atrevimento dos pilotos? Justamente por este motivo, acredito que temos a cada ano pilotos mais novos sendo treinados, inicialmente como “pilotos de testes”.

Neste cenário, presenciamos tantas coisas lindas no automobilismo que chega a ser tudo um grande universo de fantasia, organização e sincronismo.

Agora, na vida real…

Meu ano não começou o dos melhores e não somente o meu, também o da minha namorada. Infelizmente, sofremos um acidente no 1º de Janeiro, às 16 horas e alguns minutos, retornando de Peruíbe/SP para São Paulo.

Sobre acidente…

Nós estávamos há mais ou menos 80 km/h, na faixa da direita, minha namorada dirigindo (ela é motorista oficial desta equipe e, por sinal, uma excelente motorista – Desculpa, eu sei que sou muito suspeito em dar este elogio, mas é a mais pura verdade, rs), quando um outro veículo que fazia retorno na faixa esquerda, provavelmente inspirado naquele piloto “Magnussen” (não vale rir), conseguiu fazer a grande e, inimaginável proeza de executar este retorno comendo, ou melhor, cruzar em linha reta uma faixa e meia da rodovia.

Ele conseguiu atingir em cheio a traseira do nosso veículo e, consequentemente, nos jogar na transversal para o meio da rodovia, resultando numa batida frontal com uma placa no canteiro central. Para concluir a obra de arte, a “cereja do bolo” se deu pela fuga do infrator.

Após o grande susto da batida, sai do carro para desviar o trânsito e não correr o risco de sermos atingidos novamente e aguardamos os policiais chegarem para registrarmos o boletim de ocorrência, este último só foi possível fazer no dia seguinte já que houve contratempo das autoridades.

No final, o mais importante é que estamos com vida e bem. Mas, sinceramente, seria tudo mais fácil se houvesse a intervenção da FIA (Federação Internacional de Automobilismo), rsrs.

E vocês, já passaram por algo semelhante?

Compartilhe conosco nos comentários! Ficaremos felizes!

Em frente…

Abraços!

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Erik Araújo

Escreve* também lá no Medium. Torce pro MCFC e SEP. Joga palpites sobre #F1. E, está sempre no #Twitter.

Um Comentário

  1. Aqui a parada sempre foi light…

    Uma batida com a irmã dirigindo (50 km/h);
    Uma colisão em T a 70 km/h (um infeliz avançou a preferência)
    E uma capotagem na BR a uns 100 km/h (desviando de animais na pista sem acostamento)

    Esperei mas não teve Safety Car!

  2. Um dos meus maiores medos é o pós- acidente. Fez bem em saltar do carro e se proteger. Não deu sorte ao azar.

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