Pirelli anuncia os compostos e conjuntos obrigatórios para os Grandes Prêmios da Espanha, Mônaco, Canadá e Azerbaijão de Fórmula 1 de 2017

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A Pirelli levará os seguintes compostos de pneus para as etapas da Espanha (12 a 14 de maio), Mônaco (26 a 28 de maio), Canadá (9 a 11 de junho) e Azerbaijão (23 a 25 de Junho), da temporada 2017 da Fórmula 1, que serão realizadas nos circuitos de Montmelò, Monte-Carlo, Montreal e Baku, respectivamente.

Fonte: @PirelliSport

(1) Cada piloto deve guardar para o Q3 um jogo de pneus dos mais macios dos três compostos indicados. Este conjunto será devolvido à Pirelli após o Q3 para aqueles que se classificarem no top 10, mas os pilotos restantes poderão mantê-los para a corrida – como é o caso atualmente.

(2) Cada piloto deve ter as duas opções de jogos disponíveis para a corrida e precisam usar pelo menos um deles.

As equipes são livres para escolher os dez conjuntos restantes (excluindo dos cinco primeiros eventos deste ano, até a Espanha, no qual a Pirelli irá determinar os compostos), completando, assim, 13 conjuntos no total para o fim de semana.

OS PNEUS SELECIONADOS ATÉ O MOMENTO*:

Fonte: @PirelliSport

(*) O regulamento determina que a escolha dos pneus para os eventos fora do continente europeu precisam ser feitas pelas equipes com 14 semanas de antecedência, enquanto que para as corridas europeias o prazo é de 8 semanas de antecedência.

Fontes: News.Pirelli.com/Spain-Monaco-Canada-Azerbaijan-2017-compounds e Pirelli.com/br/pt/Pirelli-anuncia-os-compostos-e-conjuntos-obrigatorios-para-os-grandes-premios-da-Espanha-Monaco-Canada-e-Azerbaijao

 

Rubens Gomes Passos Netto

“Netto”, popularmente conhecido entre os imigrantes Guaxupeanos que tocam a zueira no pequeno município de São Paulo, gosta de comprar livros e outras bugigangas que orbitam o universo da Fórmula 1, já semeava a discórdia ao aceitar o rótulo de “nerd”, quando em terras tropicais, tal rotulo era algo, um tanto quanto pejorativo aos descendentes de primatas residentes nas regiões montanhosas produtoras de café, o que julgava ser maravilhoso, ainda mais sendo um apaixonado pela Fórmula 1, fã da McLaren por paixão e pela Ferrari por criação, já que nasceu em uma família descente de italianos produtores de café e não fabricantes de macarrão, na sua pacata opinião a melhor temporada foi a 2008, já que por um infortúnio reprodutivo de seus pais não conseguiu assistir a temporada de 1986, admira e muito o Emerson Fittipaldi, tem como o carro dos sonhos o McLaren MP4/4 e sonha em um dia ou noite pilotar em Spa e provar que as teorias que não levam a humanidade a lugar algum dos quais ele defende são mais úteis que um relógio digital, salvo se for para comer um pastel de camarão acompanhado de um chopp escuro.