TL2 EUA – Lewis Hamilton fechou sexta-feira na primeira posição, separado de Bottas por 0s813

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A segunda sessão de treinos livres realizada nesta sexta-feira (01) foi liderada por Lewis Hamilton, anotando 1:39:497 com os pneus macios. Durante a primeira atividade na pista, os pilotos da Mercedes ficaram bem apagados com a utilização do composto C4 para a temporada de 2020.

Desta vez o inglês batalhou pela ponta, superando por 0s301, o tempo estabelecido por Charles Leclerc com a Ferrari. Max Verstappen ficou com a terceira posição com a Red Bull, acompanhado por Sebastian Vettel.

Valtteri Bottas foi o quinto colocado, obtendo um melhor rendimento, mas ainda separado por 0s819 e para o único piloto com chances de atrasar o sexto título de Hamilton, é necessário melhorar muito ainda. Alexander Albon fechou em sexto, seguido por Pierre Gasly da Toro Rosso, melhor que Carlos Sainz com a McLaren.

A dupla da Racing Point perdeu um pouco de espaço, levando em consideração a primeira atividade disputada na pista, mas Lance Stroll conseguiu a nona posição, melhor que Sergio Pérez que estava em décimo quinto. Antonio Giovinazzi levou a Alfa Romeo para a décima posição enquanto Kimi Raikkonen era o décimo.

Novamente os pilotos utilizaram os pneus C4 da Pirelli, fornecidos para os testes durante está sexta-feira de treinos para o GP dos Estados Unidos.

lll Saiba como foi o Segundo Treino Livre

Na pista a temperatura estava na casa dos 24°C, com 16°C no ambiente.

 

Rapidamente quando o pit-lane foi liberado, Robert Kubica foi para a pista e estava com os pneus C4 de 2020 instalados. O polonês foi seguido por Alexander Albon e George Russell que estava de volta ao seu carro, após cedes espaço para Nicholar Latifi durante o TL1.

Alexander Albon foi o primeiro a abrir a tabela de tempos, anotando 1:36:949 com o carro da Red Bull que utilizava os pneus médios e logo atrás vinha George Russell da Williams com 1:42:507, com os mesmos compostos.

Carlos Sainz da McLaren era visto com os pneus duros, anotando 1:36:944. Pouco depois Daniil Kvyat da Toro Rosso conseguiu superar os rivais, passando para a segunda posição com 1:36:538, anotado com os pneus de 2020.

Os pilotos seguiram imprimindo ritmo forte e assim foram alterando as posições. A dupla da Mercedes que não parecia ter se adaptado aos pneus de 2020, passou a brigar pela ponta com os pilotos da Ferrari, quando instalou os compostos médios já conhecidos.

Segundos depois de Leclerc anotar 1:34:742, o regime de bandeira vermelha foi instaurado na pista, por conta de uma batida de Romain Grosjean na curva 6, o francês da Haas perdeu o controle do carro, quebrou a asa dianteira ao rodar, até se encontrar com o muro de contenção.

 

Antes da liberação da pista, as posições eram: Leclerc, Bottas, Albon, Grosjean, Raikkonen, Kvyat, Norris, Sainz, Ricciardo e Giovinazzi.

 

A pista foi liberada restando 12 minutos para o encerramento da primeira meia hora e rapidamente Sainz e Hulkenberg se posicionaram no pit-lane, para retornar ao circuito. Na segunda saída dos boxes de Daniel Ricciardo, o australiano passou a utilizar os pneus de 2020, assim como o companheiro de equipe.

Verstappen foi para a segunda posição, anotando 1:35:022, seguido por Bottas e Kvyat que melhoraram os seus tempos, até o momento em que Hamilton fechou a sua volta com os pneus duros para a terceira posição, anotando 1:35:103.

As voltas seguiam sendo anuladas por aqueles pilotos que extravasavam os limites na curva 19. Além disso, Antonio Giovinazzi foi visto rodando no circuito, quando não tracionou bem na curva 6.

 

Com a conclusão da primeira meia hora, as posições eram: Leclerc, Verstappen, Hamilton, Bottas, Albon, Vettel, Kvyat, Grosjean, Ricciardo e Sainz. Dentre os dez, apenas o tailandês da Red Bull e o australiano da Renault estavam com o composto C4 de 2020, mas além deles no grid, Gasly, Hulkenberg, Stroll, Pérez, Giovonazzi e a dupla da Williams, eram vistos realizando os testes para a Pirelli.

Com menos de 50 minutos para o encerramento da sessão, Bottas e Vettel passaram a utilizar os pneus macios e assim Sebastian Vettel foi para a ponta, anotando 1:33:890, seguido por Bottas com 1:34:077. No entanto, pouco depois Leclerc retomava a ponta, com compostos médios de seis voltas, ao cravar 1:33:533.

Lewis Hamilton passou para a goma macia e conseguia superar o carro do monegasco no segundo e no terceiro setor e desta forma usurpava a primeira posição com 1:33:232 que foi estabelecido.

Todos os pilotos haviam abandonado os pneus de testes e focavam nas voltas com os compostos que seriam utilizados no restante do final de semana. Bottas na quarta posição, conseguiu melhorar para 1:34:045 durante a sétima volta do composto.

Max Verstappen subiu para a terceira posição, anotando 1:33:547, com Albon em sexto anotando 1:34:434. Após uma boa primeira sessão de treinos livres, a Racing Point passou a perder espaço para os concorrentes, com Stroll em nono e Pérez em décimo quarto.

Ao adentrar a última meia hora, as posições eram: Hamilton, Leclerc, Verstappen, Vettel, Bottas, Albon, Gasly, Sainz, Stroll e Giovinazzi.

Os pilotos passaram ao modo de simulação de corrida e as voltas seguiam sendo deletadas.

Restando pouco mais de doze minutos, Sebastian Vettel era mais um piloto a rodar no circuito, enquanto andava com os pneus duros e na curva 18 pouco depois, foi a vez de Daniil Kvyat perder a traseira da sua Toro Rosso.

A sessão foi encerrada com a liderança de Lewis Hamilton, acompanhado por Charles Leclerc e Max Verstappen, separados por 0s315. A Ferrari identificou que o carro da Mercedes estava melhor na simulação de corrida e assim pediram para Leclerc exigir mais do seu equipamento, para tentar se aproximar da equipe alemã.

 

 

Debora Almeida

Meus olhos brilharam quando eu vi o estilo de pilotagem do Vettel ele despertou o meu interesse pelo esporte e cada vez mais eu queria entender sobre o assunto. Hoje gosto de tirar fotos e escrever textos!