@PirelliSport #F1: #Preview do GP do México 2016 – #MexicoGP

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| Rubens Gomes Passos Netto – publicado às 27/10/2016 às 09:00

Rodada 19 de 21 Cidade do México, México, de 28 a 30 de outubro de 2016

A nomeação de pneus para o Grande Prêmio do México é exatamente a mesma do Grande Prêmio dos Estados Unidos, no último fim de semana: P Zero Branco médio, P Zero Amarelo macio e P Zero Vermelho supermacio. Entretanto, os dois circuitos são muito diferentes. O México só retornou ao calendário no ano passado, dando sequência a uma ilustre história em suas encarnações prévias, entre a década de 1960 e 1992. O traçado atual mantém elementos do antigo, um circuito muito rápido, combinado com seções técnicas e lentas mais recentes, fazendo uma intrigante mistura entre o novo e o velho, lembrando um pouco Monza.

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Fonte: @PirelliSports

O CIRCUITO DO PONTO DE VISTA DO PNEU:
• Ao lado de Monza e Baku, o México tem um dos circuitos mais rápidos do calendário 2016.
• Entretanto, os carros correm com mais pressão aerodinâmica do que em Monza, em partes para compensar a altitude.
• O asfalto ainda é novo, uma vez que o circuito foi recapeado para a corrida inaugural do ano passado, suavizando as ondulações que eram típicas do México. A superfície pode ter evoluído este ano.
• A curva mais famosa do México, a Peraltada, é a que tira a maior carga de energia dos pneus.
• O clima é sempre um ponto de interrogação, com possibilidade tanto de calor como de chuva pesada.
• No ano passado, a pista estava escorregadia. Entretanto, o circuito foi extensivamente usado por diversos campeonatos durante a temporada, o que pode ter emborrachado o asfalto mais um pouco.

OS TRÊS COMPOSTOS INDICADOS:
Branco médio: jogo obrigatório, que não foi extensivamente escolhido pela maioria dos pilotos.
Amarelo macio: outro jogo obrigatório, que deve ser muito usado e ter um papel importante nas estratégias para a corrida.
Vermelho supermacio: será usado no México pela primeira vez este ano. Será obrigatório para o Q3.

COMO FOI NO ANO PASSADO:
• A corrida foi afetada por um safety car tardio, que efetivamente concedeu um pit stop final “grátis” aos pilotos. Nico Rosberg venceu a corrida de 71 voltas, começando com pneus macios e parando para colocar médios nas voltas 26 e 46.
• Melhor estratégia alternativa: o herói local Sergio Perez parou apenas uma vez, começando a corrida com macios e mudando para médios na volta 18, para terminar em oitavo, na zona de pontuação.

PAUL HEMBERY, DIRETOR DE MOTORSPORT DA PIRELLI: “Apesar do Autodromo Hermanos Rodriguez ser, para todos os fins, um novo circuito, há uma incrível história por trás, como o nome sugere, apoiada por um espantoso número de fãs. A seção do estádio, por si só, é uma das mais eletrizantes experiências do ano. Corremos aqui no ano passado, mas há uma grande possibilidade de que a pista tenha evoluído desde então. Também estamos trazendo o supermacio pela primeira vez. Será importante avaliar todos esses fatores durante os treinos livres. Poderemos ter interessantes alternativas à estratégia de duas paradas, que foi a mais popular em 2015.”

O QUE É NOVO?
• Uma vez que o México foi a novidade no calendário no ano passado, não há nenhuma mudança significativa nesta temporada.
• Os testes de pneus de chuva para 2017 continuam na semana que vem, com a Red Bull, em Abu Dhabi, nos dias 2 e 3 de novembro.
• A Pirelli foi anunciada como fornecedora exclusiva de pneus da nova Blancpain GT Series Asia.

OUTRAS COISAS QUE CHAMARAM NOSSA ATENÇÃO RECENTEMENTE:
• O México tem o circuito com a mais alta altitude do ano, o que significa que o turbo dos motores deve girar mais produzir a mesma potência. Já a potência gerada pelo sistema de recuperação de energia não é afetada.
• A velocidade máxima no México chegou na casa dos 366 km/h no ano passado. Esse ano deve ser ainda mais veloz.

PNEUS SELECIONADOS ATÉ O MOMENTO:

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Fonte: @PirelliSports
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Fonte: @PirelliSports

Fonte: maxpressnet.com.br/Pirelli_F1_Preview_do_GP_do_Mexico

Rubens Gomes Passos Netto

“Netto”, popularmente conhecido entre os imigrantes Guaxupeanos que tocam a zueira no pequeno município de São Paulo, gosta de comprar livros e outras bugigangas que orbitam o universo da Fórmula 1, já semeava a discórdia ao aceitar o rótulo de “nerd”, quando em terras tropicais, tal rotulo era algo, um tanto quanto pejorativo aos descendentes de primatas residentes nas regiões montanhosas produtoras de café, o que julgava ser maravilhoso, ainda mais sendo um apaixonado pela Fórmula 1, fã da McLaren por paixão e pela Ferrari por criação, já que nasceu em uma família descente de italianos produtores de café e não fabricantes de macarrão, na sua pacata opinião a melhor temporada foi a 2008, já que por um infortúnio reprodutivo de seus pais não conseguiu assistir a temporada de 1986, admira e muito o Emerson Fittipaldi, tem como o carro dos sonhos o McLaren MP4/4 e sonha em um dia ou noite pilotar em Spa e provar que as teorias que não levam a humanidade a lugar algum dos quais ele defende são mais úteis que um relógio digital, salvo se for para comer um pastel de camarão acompanhado de um chopp escuro.