O F1: O Filme está surgindo nas listas de indicados as principais premiações do próximo ano. O longa, que carrega o mesmo nome da categoria, apareceu em duas categorias do Globo de Ouro e na pré-lista de indicados ao Oscar, além do Critic’s Choice Awards.
No Globo de Ouro, o filme foi indicado para ‘Melhor destaque em bilheteria’ e ‘Melhor Trilha Sonora – Filme’. A indicação para trilha sonora chama a atenção, pois foi feita por Hans Zimmer, vencedor do Prêmio em 1995 com ‘O Rei Leão’, de 2001 com ‘Gladiador’ e mais recente em 2022 com ‘Duna’.
Nesta última terça-feira (17) a Academia e Ciências Cinematográficas de Hollywood também realizou a divulgação da pré-lista de selecionados para as 11 categoria do Oscar 2026.
Desta vez, o filme é sinalizado nas categorias de ‘Melhor Trilha Sonora’, ‘Melhor Canção’, ‘Melhor Som’, ‘Melhores Efeitos Especiais’ e ‘Melhor Fotografia’, mas o longa terá grandes adversários.
F1: O Filme ainda aparece no Critic’s Choice Awards, premiação que também é um termômetro para o Oscar, nele as categorias participantes são: “Melhor Fotografia (com Claudio Miranda), Melhor Montagem (Stephen Mirrione), Melhores Efeitos Visuais (Ryan Tudhope, Nikeah Forde, Robert Harrington, Nicolas Chevallier, Eric Leven, Edward Price, Keith Dawson), Melhor Canção (“Drive” – Ed Sheeran, John Mayer, Blake Slatkin) e Melhor Trilha Original (Hans Zimmer).
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Para quem ainda não assistiu ao filme, ele chegou ao streaming no dia 12 de dezembro, na plataforma da Apple. A trama acompanha a trajetória de um piloto veterano cuja carreira na Fórmula 1 foi interrompida de forma abrupta após um grave acidente. Rotulado como “o maior que nunca aconteceu”, Sonny Hayes (Brad Pitt) foi uma das grandes promessas da década de 1990, mas acabou ficando à margem da categoria. Anos depois, ele recebe uma proposta inesperada de Ruben Cervantes (Javier Bardem), antigo colega de equipe que hoje comanda uma escuderia em dificuldades no grid.
O convite representa a oportunidade de retornar ao mais alto nível do automobilismo e reescrever sua própria história. No entanto, Hayes precisa dividir a garagem com Joshua Pearce (Damson Idris), um jovem talento ambicioso e disposto a tudo para se firmar na Fórmula 1. A convivência rapidamente se transforma em um embate marcado por tensão, disputas internas e pela pressão constante do ambiente, levando Hayes a perceber que o maior desafio pode estar dentro da própria equipe.
Desde o lançamento, o filme sobre a Fórmula 1 ganhou grande destaque. Estreando nos cinemas em junho de 2025, a produção conquistou o público e alcançou resultados expressivos de bilheteria, estreando no topo do ranking mundial. Com mais de US$ 630 milhões arrecadados, tornou-se o filme esportivo mais lucrativo da história e o maior êxito comercial da carreira de Brad Pitt.
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