Barcelona Dia 6 – Carlos Sainz voa para ocupar a primeira posição nesta manhã de testes

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Carlos Sainz colocou a McLaren mais uma vez na liderança dos testes. Nesta quarta-feira (27), o MLC34 teve um bom desenvolvimento, conseguindo registrar 1:17:144, durante está manhã. O composto C4 (faixa vermelha – ultramacios) foi utilizado no momento da volta voadora. Desta forma a equipe conseguiu consolidar como a volta mais veloz dos testes de 2019, após superarem a marca que foi estabelecida por Nico Hulkenberg na primeira semana.

A McLaren teve um pequeno problema nesta manhã quando deixava os boxes, mas que logo fora resolvido e o piloto teoricamente poderia retornar as suas atividades. Não fosse a batida forte de Sebastian Vettel, que fez a pista ficar paralisada por 40 minutos. O problema que levou o alemão perder o carro, mas a causa não foi divulgada ainda pela equipe que está sendo tratando a causa, como ”problema mecânico” até maiores verificações.

Vettel ficou com a segunda colocação ao anotar 1:18:195. Max Verstappen fechou o top-3 com 1:18:395, usando o composto C3, igual ao do alemão.

https://twitter.com/F1/status/1100674869480562688

Os testes continuam a tarde em Barcelona e tem início às 10h pelo horário de Brasília.

lll Saiba como foi a manhã do sexto dia de testes em Barcelona

Para o sexto dia de testes, Valtteri Bottas, Sebastian Vettel e Daniel Ricciardo foram escalados para dividir o carro entre a sessão da manhã e a tarde com os seus companheiros de equipe.

A pista foi liberada pontualmente às 5h, pelo horário de Brasília e Grosjean da Haas, Raikkonen com a Alfa Romeo, Kubica na Williams e Vettel com a Ferrari ganharam a pista. Os pilotos estavam com uma boa variação dos compostos instalados.

Bottas foi o primeiro a inaugurar a tabela de tempos e tinha 1:24:616 utilizando o composto C4 (faixa vermelha – ultramacios). No entanto o finlandês que seguia o seu trabalho, logo passou a reduzir a sua marca na pista.

Ricciardo com a Renault, realizava algumas aferições aerodinâmicas e era possível ver em seu carro grades instaladas para identificar de forma melhor o comportamento do ar. A Alfa Romeo hoje testava novas aletas que foram projetadas, próximo a junção do bico e assim como a equipe francesa, utilizava as grades e o flow-vis.

Verstappen que havia iniciado a sua atividade para a Red Bull, com o composto C3 (faixa amarela – macio), foi de 1:21:038 para 1:19:983 em busca de reduzir a sua marca cada vez mais.

A Mercedes seguia testando o seu novo pacote aerodinâmico, desta forma decidindo o que melhor se encaixa para ser levado à primeira corrida do ano, o Grande Prêmio da Austrália.

Enquanto a ponta da tabela era algo disputada, Carlos Sainz com a McLaren registrava 1:18:878, se aproximando da conclusão da primeira hora dos testes. Mas cerca de vinte minutos depois o espanhol alcançava 1:17:503 e mais uma vez reduzia para 1:17:144.

A sessão que estava boa para a McLaren, logo foi interrompida às 6h30, quando Sainz ao tentar sair dos boxes, após uma breve pausa, ficava parado na pista. Uma bandeira vermelha era acionada para a remoção do carro.

O problema foi rapidamente resolvido e Grosjean logo era liberado pela Haas para seguir as suas atividades.

Não demorou meia hora e Verstappen provocava uma paralisação, mas que durou apenas três minutos. O holandês também havia ficado parado na saída do pit-lane, mas os mecânicos da Red Bull, seguiram em sua direção e logo retornaram aos boxes, sem precisar mover uma força tarefa maior e mais uma vez as atividades retornavam; no entanto não duraram muito tempo.

Parecia que definitivamente aquele era o dia das paralisações, Vettel que estava conduzindo a sua Ferrari, bateu forte na curva 3 e ficou atolado na brita. A equipe afirmou ser um problema mecânico que provocou a parada abrupta do carro, mas nada aconteceu com o piloto. O carro foi removido para a equipe e Vettel seguiu para uma verificação no centro médico.

A pista levou cerca de 40 minutos para ser liberada, Verstappen já tinha 41 giros completados na pista, com 40 de Vettel. As atividades seguiram, com os motores voltando a roncar no autódromo de Barcelona, Sainz, Verstappen, Bottas, Kvyat, Raikkonen, Ricciardo e Kubica foram liberados pelas suas equipes.

A voltas rápidas realizadas ainda no começo da sessão, garantiram a Sainz a liderança da sessão com 1:17:144, fechada com o composto C4. Vettel ficou em segundo, seguido por Verstappen em terceiro.

POS DRIVER CAR TIME GAP LAPS
1 Carlos Sainz McLaren/Renault 1m17.144ss 1m17.144s 56
2 Sebastian Vettel Ferrari 1m18.195ss 1.051s 40
3 Max Verstappen Red Bull/Honda 1m18.395ss 1.251s 69
4 Valtteri Bottas Mercedes 1m18.941ss 1.797s 75
5 Daniil Kvyat Toro Rosso/Honda 1m19.060ss 1.916s 36
6 Kimi Raikkonen Alfa Romeo/Ferrari 1m19.194ss 2.050s 43
7 Sergio Perez Racing Point/Mercedes 1m19.202ss 2.058s 29
8 Robert Kubica Williams/Mercedes 1m19.367ss 2.223s 42
9 Romain Grosjean Haas/Ferrari 1m19.717ss 2.573s 57
10 Daniel Ricciardo Renault 1m22.597ss 5.453s 72

Rubens Gomes Passos Netto

“Netto”, popularmente conhecido entre os imigrantes Guaxupeanos que tocam a zueira no pequeno município de São Paulo, gosta de comprar livros e outras bugigangas que orbitam o universo da Fórmula 1, já semeava a discórdia ao aceitar o rótulo de “nerd”, quando em terras tropicais, tal rotulo era algo, um tanto quanto pejorativo aos descendentes de primatas residentes nas regiões montanhosas produtoras de café, o que julgava ser maravilhoso, ainda mais sendo um apaixonado pela Fórmula 1, fã da McLaren por paixão e pela Ferrari por criação, já que nasceu em uma família descente de italianos produtores de café e não fabricantes de macarrão, na sua pacata opinião a melhor temporada foi a 2008, já que por um infortúnio reprodutivo de seus pais não conseguiu assistir a temporada de 1986, admira e muito o Emerson Fittipaldi, tem como o carro dos sonhos o McLaren MP4/4 e sonha em um dia ou noite pilotar em Spa e provar que as teorias que não levam a humanidade a lugar algum dos quais ele defende são mais úteis que um relógio digital, salvo se for para comer um pastel de camarão acompanhado de um chopp escuro.