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Após polêmicas, FIA aprova aumento drástico nas taxas de protestos na Fórmula 1

Nova regra aprovada pela FIA multiplica por dez o valor exigido para protestos e revisões, impactando diretamente a estratégia política e financeira das equipes a partir da temporada 2026

A Fórmula 1 se prepara para o início de uma nova temporada marcada por mudanças significativas. Com a estreia de uma 11ª equipe no grid e a chegada de um novo ciclo técnico, o campeonato de 2026 promete novidades importantes nos carros, ampliando a disputa para além das batalhas em pista. Em cenários como esse, é comum que as equipes recorram a protestos e questionamentos técnicos, mas, a partir de agora, qualquer contestação a um rival exigirá um investimento financeiro consideravelmente maior.

O órgão que regulamenta o esporte, aprovou o aumento das taxas exigidas para que os times possam realizar a abertura de protestos, pedidos de revisão e investigações técnicas, para coibir a prática recorrente de contestações.

O aumento é significativo, anteriormente as equipes desembolsavam € 2.000, mas para 2026 o valor corrigido é de € 20.000. O valor do depósito será reembolsado caso o protesto, apelação ou revisão for bem-sucedido.

A mudança afeta todos os times, por impactar diretamente nos valores que são gastos anualmente na competição. No entanto, essa alteração é amparada após uma série de protestos apresentados pela Red Bull contra o piloto George Russell da Mercedes.

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Além das críticas públicas direcionadas à equipe austríaca, a McLaren também se manifestou sobre o tema, destacando que a taxa de dois mil euros era irrisória para equipes que operam com orçamentos na casa das centenas de milhões de euros.

O valor cobrado anteriormente, foi visto como uma taxa pouco significativa e na visão de Russell esse valor era suficiente para influenciar na decisão de uma equipe apresentar uma reclamação. Ele sugeriu, que um valor mais alto e significativo colaboraria para que os times pensassem duas vezes antes de agir ao apresentar uma contestação.

Embora o valor atual esteja abaixo da sugestão de Zak Brown (CEO da McLaren), o aumento é dez vezes maior que o anterior e será contabilizado dentro do teto de gastos das equipes.

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Debora Almeida

Jornalista, escrevo sobre automobilismo desde 2012. Como fotógrafa gosto de fazer fotos de corridas e explorar os detalhes deste mundo, dando uma outra abordagem nas minhas fotografias. Livros são a minha grande paixão, sempre estou com uma leitura em andamento. Devoro séries seja relacionada a velocidade ou ficção cientifica.

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