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TL2 em Singapura é marcado por bandeiras vermelhas e pouca movimentação. Piastri lidera

Com lambaça de Charles Leclerc, equipes terão um sábado duro, precisando tirar o máximo de proveito do TL3, já que a sessão mais significativa do fim de semana foi atrapalhada

Uma das sessões mais importantes do fim de semana em Singapura, foi tumultuada por duas bandeiras vermelhas. O trabalho de limpeza da pista e regaste do carro de Liam Lawson, tomou muito tempo, prejudicando significativamente a coleta de dados das equipes. Oscar Piastri fechou a sexta-feira na ponta, com a oportunidade de testar os pneus macios e ritmo de classificação, o australiano anotou 1m30s714.

Isack Hadjar ficou com a segunda colocação, separado por apenas 0s132 do piloto da McLaren. No terceiro lugar ficou Max Verstappen(+0143), seguido por Fernando Alonso (1m30s877) em mais uma boa performance da Aston Martin na sexta-feira. Lando Norris foi o quinto colocado, com uma diferença de +0s483 do companheiro de equipe.

As bandeira vermelhas roubaram a chance dos pilotos explorarem o TL2 de forma efetiva. Essa é a única sessão que acontece no horário da classificação e corrida, apresentando um cenário mais significativo para a coleta de dados, mas as equipes não conseguiram concluir os seus cronogramas.

O sexto lugar ficou com Lance Stroll e o outro carro da Aston Martin, enquanto Esteban Ocon representou a Haas mais uma vez no top-10, com o sétimo lugar. Carlos Sainz, da Williams, seguido por Charles Leclerc, da Ferrari e Lewis Hamilton, foram oitavo, nono e décimo, respectivamente.

O monegasco ainda protagonizou a maior bobagem do fim de semana, quando a sua equipe realizou uma liberação insegura no pit-lane, dessa forma, Leclerc atingiu Norris, danificando o carro da McLaren. O incidente será investigado, podendo render uma punição para o piloto da Ferrari.

A Fórmula 1 retorna neste sábado às 10h pelo horário de Brasília para a realização do TL3 e logo depois a definição do grid.

Saiba como foi o TL2 do GP de Abu Dhabi

Após a primeira sessão, liderada por Fernando Alonso, os pilotos retornavam mais uma vez para a pista. Com a liberação do traçado, a dupla da McLaren, assim como Nico Hülkenberg, foram liberados rapidamente.

A preferência era pela avaliação dos pneus médios, mas novamente a exceção se dava por conta da Aston Martin, que utilizava os pneus duros. Rapidamente os tempos surgiram, com Andrea Kimi Antonelli na ponta, com o tempo de 1m32s883, mas os tempos continuaram melhorando, com Lando Norris roubando a dianteira ao registrar 1m32s226.

O italiano da Mercedes, trabalhava para melhorar o seu tempo, quando precisou recorrer à área de escape da curva 14 para evitar uma batida, abortando o giro rápido.

Novamente as equipes repetiam a estratégia do TL1 de se concentrando nos stints mais longo, já pensando na corrida do domingo, onde os pneus médios e duros são os mais usados ao trabalhar a estratégia de apenas uma parada.

Com quase 20 minutos de sessão, George Russell trouxe o regime de bandeira vermelha ao bater na barreira de contenção da curva 16 – quando o carro perdeu a traseira e a única alternativa foi parar na barreira. Com o pedaço da asa dianteira que ficou no chão, a atividade precisou ser interrompida.

Os 10 primeiros eram: Piastri, Norris, Hamilton, Alonso, Sainz, Verstappen, Lawson, Hadjar, Leclerc e Antonelli. Com a paralisação, as equipes anteciparam o trabalho nos carros, antes de dar continuidade a coleta de dados em ritmo de classificação. Depois de enfrentar problemas nos freios e ficar de fora do TL1, Alexander Albon conseguiu completar 8 voltas com a Williams.

Bandeira vermelha chama bandeira vermelha e cerca de quatro minutos após a liberação da pista, Liam Lawson bateu próximo da entra dos boxes, na curva 17, danificando o pneu e roda dianteira direita, sendo forçado a encostar o carro. O competidor até tentou entrar no pit-lane, mas a dianteira perdeu toda a sustentação com a batida.

Esteban Ocon tinha tomada a ponta antes da interrupção, com o uso dos pneus macios com o tempo de 1m31s480.

O trabalho de pista foi extremamente demorado, deixando as equipes com apenas onze minutos para finalizar o dia. Quando a liberação novamente ocorreu, Lando Norris e Charles Leclerc se chocaram no pit-lane, com a McLaren precisando recuperar o carro do seu piloto, por conta do dano na asa dianteira.

Com os cronogramas prejudicados, precisaram se dividir para fazer voltas de classificação e a simulação de corrida com os pneus macios. Max Verstappen liderava com a marca de 1m30s857, superando Fernando Alonso em 0s020.

Próximo ao encerramento, os pilotos eram observados por conta dos novos erros e passagens de raspão pelas barreiras.

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Debora Almeida

Jornalista, escrevo sobre automobilismo desde 2012. Como fotógrafa gosto de fazer fotos de corridas e explorar os detalhes deste mundo, dando uma outra abordagem nas minhas fotografias. Livros são a minha grande paixão, sempre estou com uma leitura em andamento. Devoro séries seja relacionada a velocidade ou ficção cientifica.

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