A Fórmula 1 desembarca neste fim de semana na China, o Circuito de Xangai será o segundo evento da temporada 2026. A Pirelli definiu a gama intermediária de compostos para atender as necessidades da corrida.
A seleção de pneus segue inalterada, desde que o circuito retornou ao calendário há dois anos. As equipes receberão os compostos C2 (duro – faixa branca), C3 (médio – faixa amarela) e C4 (macio – faixa vermelha), para enfrentar o traçado com 5.451 km.

O circuito deste fim de semana possui duas retas de grande importância e dezesseis curvas. A reta de largada tem mais de um quilometro de extensão.
Algumas curvas deste traçado são muito rápidas, com seção em S formada pelas curvas 7 e 8, enquanto outras são muito lentas, como as combinações das curvas 1 e 3, 6 e 14, dando um contraste interessante ao evento. Essa combinação torna a pista muito exigente para os pneus e representam um desafio para recuperação de energia, no formato novo adotado pela Fórmula 1, as equipes terão muito trabalho pela frente.
O Circuito de Xangai foi recapeado em agosto de 2024. O novo asfalto aumentou a aderência de forma significativa, reduzindo consequentemente os tempos de volta. Porém, no ano passado, essa superfície mais lisa gerou granulação nos compostos, se concentrando no eixo dianteiro, se tornando um fator limitante, especialmente na prova Sprint. Porém, no domingo, o fenômeno que atingiu as equipes, reduziu por conta da evolução da pista.
Um ano após o primeiro evento da Fórmula 1, o asfalto deve ter amadurecido, mas ainda tenha uma superfície lisa maior do que outros circuitos. Os níveis de aderência também poderão ser menores quando comparados com o último ano.
As simulações de tempo de volta encaminhadas as equipes, beiram aos números do ano passado, mesmo com novos carros e motores.
A prova em 2025
No GP da China de 2025, a maioria do grid optou por largar com os pneus médios, enquanto apenas três pilotos escolheram iniciar a prova com o composto duro. O pneu macio, por sua vez, não foi utilizado durante a corrida de domingo. A estratégia predominante foi a de uma única parada, com os competidores realizando um longo stint final com os pneus duros, que demonstraram boa durabilidade, menor tendência à granulação e desempenho consistente ao longo de muitas voltas.
Os pilotos que terminaram no pódio realizaram seus pit-stops entre as voltas 14 e 15. A vitória ficou com Oscar Piastri, seguido pelo companheiro de equipe Lando Norris, enquanto George Russell completou o pódio.

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