Após toda a polêmica envolvendo o combustível que será utilizado pela Mercedes, nesta quarta-feira (05) tivemos a confirmação da conclusão do processo de homologação pela Petronas.
Ainda nos testes de pré-temporada, foi abordada a possibilidade de nem todas as fornecedoras de combustível da F1 conseguirem a homologação antes do GP da Austrália.
Por conta da introdução dos combustíveis sustentáveis, os procedimentos para homologação se tornaram mais complexos, pois agora é necessário comprovar a origem dos componentes que são utilizados, bem como a cadeia de produção. A empresa britânica Zemo agora é a que cuida desse processo de certificação, visitando as instalações de fabricação para ver se os critérios estão sendo cumpridos conforme o regulamento.
Até 2025, os combustíveis utilizados eram verificados em um laboratório afiliado da FIA, onde as fabricantes poderiam enviar uma amostra e recebiam o resultado em cerca de 20 dias.
Quando as primeiras dúvidas sobre o processo de homologação da Mercedes surgiram, o chefe de equipe, Toto Wolff precisou rebater os comentários, além de validar que a Mercedes e nem mesmo McLaren, Williams e Alpine correriam com combustível fora do regulamento.
A informação sobre a conclusão do processo foi obtida pelo The Race, que apurou por meio de diversas fontes que a certificação da Mercedes foi aprovada.
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