Os estreantes da Fórmula 1, a Cadillac, podem até enfrentar dificuldades naturais em sua primeira temporada na elite do automobilismo, mas Sergio Perez não esconde que ficaria profundamente desapontado caso a equipe encerrasse o campeonato na última posição do grid.
O mexicano, que formará dupla com o experiente finlandês Valtteri Bottas, carrega no currículo vitórias em múltiplas corridas e um vasto conhecimento dos circuitos ao redor do mundo. Ambos acreditam que ainda têm capítulos relevantes a escrever na categoria e veem no novo projeto uma oportunidade concreta de crescimento.
A equipe apoiada pela General Motors fará sua estreia oficial no dia 8 de março, no Grande Prêmio da Austrália, utilizando motores Ferrari. Desde que teve sua entrada confirmada como a 11ª equipe do grid, a Cadillac iniciou um processo intenso de recrutamento, incorporando profissionais vindos de escuderias rivais, em um movimento que reforça a ambição do projeto.
Definitivamente não temos essa mentalidade
Afirmou Perez, de 36 anos, em entrevista à Reuters, antes do lançamento da pintura de 2026 da Cadillac. O visual do carro foi revelado em um comercial exibido durante o Super Bowl de domingo (8), na partida entre New England Patriots e Seattle Seahawks, em Santa Clara, na Califórnia.
Com o nível de investimento que foi feito, terminar em último lugar seria, sem dúvida, uma grande decepção. Sabemos que não vamos ganhar o campeonato, isso é certo, mas queremos evoluir bastante e superar algumas equipes
Após ficar fora da Fórmula 1 no ano passado, depois de sua saída da Red Bull ao fim de 2024, Perez descreveu a chegada à Cadillac como uma espécie de reencontro com velhos parceiros. Seu engenheiro de corrida será o italiano Carlo Pasetti, com quem já trabalhou nos tempos de Racing Point, atual Aston Martin, reforçando a sensação de continuidade e confiança no novo desafio.
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