A McLaren disputará a próxima temporada da Fórmula E, entrando no mesmo momento que o novo carro da categoria (Gen3) será introduzido. Nesta quinta-feira (23) a McLaren divulgou que está formando uma parceria com a Nissan para utilizar o powertrain fornecido pela montadora francesa.
O anúncio foi realizado após a McLaren confirmar a compra da estrutura da Mercedes para competir na categoria elétrica. As conversas com a Nissan já estavam acontecendo e o acordo estabelecido tem duração de quatro anos, desta forma durante toda a era Gen3 a McLaren utilizará o powertrain fornecido pela Nissan.
“Nossa nova parceria com a McLaren será poderosa, pois a associação inspirará colaboração e compartilhamento de conhecimento”, disse Ashwani Gupta, diretor de operações da Nissan. “O pioneirismo e o desejo de inovar são características que a Nissan e a McLaren compartilham, tornando-os um parceiro ideal para nós na Fórmula E e à medida que continuamos a eletrificar nossos veículos.”
“Enquanto estamos moldando a equipe para sua primeira temporada como McLaren na Fórmula E, estamos naturalmente buscando as melhores parcerias e oportunidades em todas as frentes – com o aspecto técnico sendo uma das áreas-chave. A Nissan provou seu conhecimento, habilidade e compromisso nas últimas quatro temporadas na Fórmula E e, entrando na era Gen3, temos plena confiança de que a colaboração trará muito sucesso a ambas as partes. Esta será uma verdadeira parceria que impulsionará o desempenho da equipe e o desenvolvimento da tecnologia do trem de força da Nissan Fórmula E”, disse o CEO da McLaren, Zak Brown.
A Nissan tem provado o seu valor na categoria e carrega muita experiência dessas últimas temporadas. Firmar um compromisso para a participação na era Gen3 também fornece um pouco mais de segurança nesta parceria.
Ian James, que atualmente é o chefe de equipe da Mercedes, seguirá no comando da equipe formada pela McLaren, tornando a transição de comando mais fácil, além disso todos os membros da equipe permaneceram. A McLaren ainda precisa definir os seus pilotos, esse dever ser a ‘única grande mudança’ para o próximo ano.