2017: a revolução tecnológica na Fórmula 1® sob a perspectiva dos pneus

Não são apenas carros novos, nova aerodinâmica e novos regulamentos técnicos: a Fórmula 1® olha para o futuro e fica cada vez maior… e isso começando pelos pneus

Seis temporadas já se passaram desde o retorno da Pirelli à Fórmula 1® em 2011. Temporadas recheadas de sacrifício e satisfação, recompensadas com a confiança dos pilotos, mecânicos e funcionários, que trabalharam juntos para entrar nessa nova era, iniciando-se com a sétima temporada consecutiva da Pirelli como fornecedora exclusiva de pneus para a Fórmula 1®.

O ano de 2017 será revolucionário de todas as maneiras: novos pilotos e novos carros, completamente reprojetados em termos aerodinâmicos. Para a Pirelli, 2017 é o ano em que tudo fica maior: os pneus terão uma aparência bem diferente daqueles utilizados na temporada de 2016: tanto os pneus slick e os de pista molhada, terão um aumento de 25% de largura, passando de 245mm para 305mm nos pneus dianteiros e de 325mm para 405mm nos pneus traseiros. O tamanho dos aros permanecerá em 13 polegadas.| Uma nova filosofia
As novas dimensões determinadas pelos regulamentos de 2017 deverão reduzir o tempo de cada volta em aproximadamente cinco segundos em comparação a 2015.

A velocidade extra será mais evidente nas curvas graças à maior força vertical descendente dos carros. Espera-se que os novos carros de Fórmula 1® tenham pelo menos 20% a mais de força vertical descendente em comparação ao ano anterior.

Maior velocidade nas curvas coloca mais esforço sobre os pneus, os quais foram completamente reprojetados com novas tecnologias e soluções junto com o design de banda de rodagem para pneus intermediários e full wet. E tem mais: em consideração às diretrizes recentes que exigiam que os pneus mostrassem desgaste intencional, a Fórmula 1® tomou um novo rumo, solicitando à Pirelli que fornecesse pneus com menos desgaste e maior resistência a sobreaquecimento para a geração mais nova de carros de corrida.

Para garantir as melhores especificações, a Pirelli criou um programa de testes no ano passado usando os carros de corrida de 2015 da Ferrari, Mercedes e Red Bull, modificados para similar os níveis exigidos de força vertical descendente. Nos 24 dias dedicados ao desenvolvimento da nova linha de pneus para 2017, 12 mil quilômetros foram percorridos em cinco diferentes pistas: Fiorano e Mugello na Itália, Paul Ricard na França, Barcelona na Espanha, e Abu Dhabi.

| Tecnologia italiana a nível mundial
O desempenho real dos carros para 2017 será visível apenas após as primeiras corridas do Grande Prêmio da nova temporada, provavelmente sendo algo ainda maior do que na fase de teste. A fim de avaliar cuidadosamente os efeitos dos novos regulamentos, principalmente do ponto de vista dos pneus, a Pirelli definirá o mesmo número de conjuntos de pneus para cada um dos três compostos de cada equipe para as primeiras cinco corridas da nova temporada.

A nova linha de pneus de 2017 para a Fórmula 1® representa o ápice da tecnologia de ultra-alto-desempenho da Pirelli: um símbolo Made in Italy encontrado em circuitos de corrida em todo o mundo. 

Fonte: 2017: a revolução tecnológica na Fórmula 1® sob a perspectiva dos pneus Copyright © 2017 Pirelli & C. S.p.A

Rubens Gomes Passos Netto

“Netto”, popularmente conhecido entre os imigrantes Guaxupeanos que tocam a zueira no pequeno município de São Paulo, gosta de comprar livros e outras bugigangas que orbitam o universo da Fórmula 1, já semeava a discórdia ao aceitar o rótulo de “nerd”, quando em terras tropicais, tal rotulo era algo, um tanto quanto pejorativo aos descendentes de primatas residentes nas regiões montanhosas produtoras de café, o que julgava ser maravilhoso, ainda mais sendo um apaixonado pela Fórmula 1, fã da McLaren por paixão e pela Ferrari por criação, já que nasceu em uma família descente de italianos produtores de café e não fabricantes de macarrão, na sua pacata opinião a melhor temporada foi a 2008, já que por um infortúnio reprodutivo de seus pais não conseguiu assistir a temporada de 1986, admira e muito o Emerson Fittipaldi, tem como o carro dos sonhos o McLaren MP4/4 e sonha em um dia ou noite pilotar em Spa e provar que as teorias que não levam a humanidade a lugar algum dos quais ele defende são mais úteis que um relógio digital, salvo se for para comer um pastel de camarão acompanhado de um chopp escuro.

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