Atualizações de Mônaco: Pressão Aerodinâmica

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  Considerando as baixas velocidades médias, na casa dos 130Km/h, gerar pressão aerodinâmica nas ruas do principado de Mônaco é um grande desafio para os engenheiros e projetistas. Dito isso, mesmo os pequenos detalhes podem fazer uma grande diferença na performance dos monopostos em Monte Carlo. 

| McLaren MCL32 – Asa dianteira atualizada

 A última atualização na asa dianteira de Woking, introduzida em apenas um dos carros na Espanha, já era muito complexa. Agora nos dois bólidos, a asa recebeu mais detalhes em Mônaco, como as três aletas pretas no canto superior do Endplate. É difícil dizer o quanto essa mudança em particular ajudou, de todo modo, a equipe colocou os dois carros no Q3 pela primeira vez no ano.

| Mercedes F1 W08 – dutos de freio dianteiros

A Mercedes introduziu uma versão B de seu monoposto na Espanha, modificando todas as áreas da máquina, incluindo os dutos de freio, que são agora muito diferentes dos usados anteriormente. Em Mônaco, a equipe também adicionou um corte na grande aleta posicionada em frente à roda dianteira, bem como uma nova aleta com o objetivo de criar mais pressão aerodinâmica e limpar o fluxo de ar na região.

| Force India VJM10 – Asa T

A Force India tornou-se a mais nova equipe a adicionar a Asa T em sua barbatana, sendo ela composta de três andares, similar a utilizada pela Renault. Além disso, a equipe também modificou o Monkey Seat, agora em formato de arco.

| Ferrari SF70H – Monkey Seat modificado

A Ferrari também revisou seu monkey seat em Mônaco, com o objetivo criar um pouco mais de pressão aerodinâmica. Além disso, a escuderia também manteve o design de Asa T dupla introduzida em Barcelona. As setas vermelhas na imagem indicam o monkey seat utilizado anteriormente. 

Fonte das imagens e do texto: Formula1.com/Tech-Insight-Monaco-and-downforce-every-little-helps

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Fernando Campos

Brasiliense, podcaster, Team Pepsi, torcedor do Fluminense e de basicamente todos os times de Boston, além de ser dono de um talento sobrenatural para matar equipes de Fórmula 1 (basta perguntar para a Toyota, Lotus e Aston Martin, que sequer entrou mas provou do veneno). Seu habitat natural é o Twitter mas pode ser encontrado falando besteira em outros lugares também. Joga nas 11 com podcasts no Podcast F1 Brasil, vídeos no Boteco F1 e textos aqui no Boletim do Paddock, com direito a uma passadinha no Superlicense de vez nunca, além das redes sociais tupiniquins do Apex Race Manager.

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