Atualizações da Austrália: Barbatanas, Retrovisores e Mais

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Após tantas soluções aerodinâmicas serem testadas durante a pré-temporada, era praticamente impossível saber como os carros alinhariam no grid em Melbourne. Agora que os segredos já foram revelados, eis alguns dos destaque da primeira etapa da temporada, selecionados pelo analista e ilustrador, Giorgio Piola.

Fonte: formula1.com

| Haas VF-17 – Modificações na barbatana

A Haas foi forçada a remover sua T-wing após a 1ª sessão de treinos livres devido ao excesso de movimento e vibração, causada por ela, na barbatana conectada a cobertura de motor. Com o objetivo de reinstalá-la antes do Qualifying, a equipe adicionou reforços de fibra de carbono (seta vermelha) à barbatana, tornando-a mais firme e reduzindo sua movimentação.

Fonte: formula1.com

| Renault R.S.17 – Ponto de conexão da Asa Traseira

Durante os testes de Barcelona, a Renault havia posicionado o ponto de conexão do pilar de sua asa traseira diretamente conectado com o atuador do DRS (seta vermelha). A princípio isso pareceu uma apenas solução alternativa, entretanto, os franceses se preocuparam com uma possível vantagem ilegal em termos de performance de asa. Isso proporcionou a mudança mantida para a Austrália, com o pilar conectado à parte inferior do suporte do atuador, ao invés do próprio atuador.

Fonte: formula1.com

| Red Bull RB13 – Design do duto-S

A Red Bull manteve o mesmo conceito de duto-S utilizado em 2016, com fluxo de ar fluindo da parte de baixo do bico para o topo do chassis. A estrutura possui duas abertura na parte inferior do chassis (seta azul inferior) que contribuem com a refrigeração dos elementos eletrônicos próximos aos sidepods. Além disso, o canal principal do duto-S conduz o fluxo de ar para fora do monoposto através de aberturas posicionadas no topo do chassis (outras setas azuis).

Fonte: formula1.com

| Ferrari SF70H – Suportes dos retrovisores

A escuderia modificou os suportes de seus retrovisores para o GP da Austrália, utilizando pilares arredondados (seta vermelha). Ao invés da aleta vertical atrás do espelho, a equipe também introduziu uma aleta horizontal e vertical na parte inferior. O objetivo dessas alterações é melhorar a eficiência do fluxo de ar nessa parte crítica do chassis. É esperado que outras equipes também implementem reforços parecidos nessa área de seus bólidos.

Fonte: formula1.com

| Williams FW40 – Nova asa dianteira

Em Melbourne, a equipe de Grove introduziu uma nova asa dianteira, com duas pequenas aletas triangulares (setas vermelhas) conectadas a endplate, em uma posição diferente em relação ao que a equipe geralmente utilizava em designs anteriores.

Fonte: Formula1.com/F1-Australia-2017-tech-round-up-flexing-fins-mirrors

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Fernando Campos

Brasiliense, podcaster, Team Pepsi, torcedor do Fluminense e de basicamente todos os times de Boston, além de ser dono de um talento sobrenatural para matar equipes de Fórmula 1 (basta perguntar para a Toyota, Lotus e Aston Martin, que sequer entrou mas provou do veneno). Seu habitat natural é o Twitter mas pode ser encontrado falando besteira em outros lugares também. Joga nas 11 com podcasts no Podcast F1 Brasil, vídeos no Boteco F1 e textos aqui no Boletim do Paddock, com direito a uma passadinha no Superlicense de vez nunca, além das redes sociais tupiniquins do Apex Race Manager.

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